Apesar da cerâmica de Maragogipinho, com todas as suas qualidades, ser referência da cerâmica baiana, é possível observar uma certa desvalorização comercial pelo mercado local. O valor de venda é muito baixo e isso interfere no desenvolvimento econômico da comunidade de oleiros.
Outro fator negativo é o alto índice de peças quebradas, cerca de ¾ da produção. Essa perda acontece durante o transporte, onde as peças não são acondicionadas de forma adequada.
Alguns oleiros utilizam jornal e papelão, na tentativa de proteção, mas isso não é suficiente, principalmente para o transporte terrestre, onde os choques mecânicos são intensos.
A comunidade sente falta de embalagens que atendam a essa necessidade e os oleiros de Maragogipinho têm consciência de que essa importante ferramenta só trará benefícios.
Peças artesanais sendo "embaladas" pelos oleiros no momento da venda
Transporte das peças em cerâmica





